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CPMI do INSS termina em impasse: Relatório que indicava 'Lulinha', ex-ministros e banqueiros é rejeitado.

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    Hermes Vissotto
  • há 2 dias
  • 2 min de leitura
Relatório final da CPMI do INSS que foi recusado pedia o indiciamento de mais de 200 pessoas | Foto: Lula Marques - Agência Brasil
Relatório final da CPMI do INSS que foi recusado pedia o indiciamento de mais de 200 pessoas | Foto: Lula Marques - Agência Brasil

Em uma sessão dramática que se estendeu pela madrugada deste sábado (28), a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS encerrou seus trabalhos sem a aprovação de um documento oficial. Por 19 votos a 12, o colegiado rejeitou o relatório final do deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), que pedia o indiciamento de mais de 200 pessoas, incluindo o filho do presidente Lula, ex-ministros de diferentes governos e nomes de peso do setor financeiro.


Com o fim do prazo regulamentar neste sábado e a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que barrou a prorrogação dos trabalhos, a comissão se dissolve sem um parecer aprovado, mas com um acervo de provas que será enviado à Procuradoria-Geral da República (PGR) e ao STF.


O Relatório de Alfredo Gaspar: Alvos e Acusações

O parecer rejeitado era explosivo. O relator apontava a existência de uma organização criminosa infiltrada na cúpula da previdência para operar descontos indevidos em benefícios de aposentados. Entre os principais nomes listados para indiciamento estavam:




O Embate Político e o Relatório Paralelo

A rejeição do texto de Gaspar foi fruto de uma articulação da base governista. Durante a sexta-feira (27), parlamentares do governo apresentaram um relatório alternativo que sugeria o indiciamento de 130 pessoas, focando as baterias no ex-presidente Jair Bolsonaro, no senador Flávio Bolsonaro e em Daniel Vorcaro.


Contudo, o presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), encerrou a sessão sem colocar o texto governista em votação, após a derrota do relatório oficial. Na prática, a comissão termina "em pizza" no que diz respeito ao rito parlamentar, mas Viana garantiu que o material colhido não será perdido.


"É uma pena que a gente não tenha completado o trabalho com o relatório aprovado. Mas saio de cabeça erguida. Uma cópia do relatório e das provas será enviada para todos os órgãos de fiscalização", declarou Viana após o encerramento às 01h14.




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