Trio é indiciado por vazamento de fotos íntimas e fraude processual em Roraima.
- Hermes Vissotto

- há 23 horas
- 1 min de leitura

O inquérito da Polícia Civil de Roraima revelou que o esquema de compartilhamento de imagens íntimas era mais extenso e organizado do que se supunha inicialmente. A perícia técnica em dispositivos eletrônicos foi fundamental para recuperar arquivos apagados e mensagens que comprovam a tentativa de obstrução da justiça.
A Tentativa de Obstrução
Um dos pontos centrais do indiciamento é a Fraude Processual. Mensagens recuperadas de dezembro de 2024 mostram os investigados coordenando a exclusão de provas logo após a denúncia inicial:
"Apaguei tudo já", teria afirmado um dos envolvidos em resposta à confirmação de que conteúdos haviam sido deletados.
Contexto: O início das investigações
O caso ganhou visibilidade em junho de 2025, em Boa Vista, quando uma vítima denunciou que uma imagem enviada em um contexto de confiança havia sido vazada. A investigação revelou que o grupo de WhatsApp não apenas compartilhava as imagens, mas funcionava como um repositório de conteúdos de diversas mulheres da capital, muitas vezes obtidos mediante quebra de confiança ou burla tecnológica.
Este caso reforça a importância da Lei 13.718/2018, que tornou crime a divulgação de cena de estupro ou de cena de estupro de vulnerável, de cena de sexo, de nudez ou de pornografia sem o consentimento da vítima.

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