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Saúde Mental Infantil: O que o Caso Maria nos Ensina sobre o Sofrimento Silencioso.

  • Foto do escritor: Hermes Vissotto
    Hermes Vissotto
  • há 12 horas
  • 1 min de leitura
Foto: Redes Sociais.
Foto: Redes Sociais.

A morte prematura de uma menina de 12 anos em Iguatu (CE) abalou o país e acendeu um alerta vermelho para pais, educadores e gestores públicos: a infância não é imune ao adoecimento emocional. O caso, que gera profunda comoção, revela a urgência de discutirmos a saúde mental de crianças e pré-adolescentes sem os tabus do passado.


Muitas vezes, o sofrimento dos pequenos é mascarado por comportamentos interpretados apenas como "birra", "fase" ou "rebeldia". No entanto, especialistas alertam que a dor infantil existe, é real e, quando ignorada, pode evoluir para quadros trágicos na adolescência.



O Mito da "Criança que não sofre"

Um dos maiores erros da sociedade é acreditar que a infância é um período de felicidade plena e ininterrupta. A verdade é que o sofrimento psíquico pode começar muito cedo, influenciado por ambientes familiares instáveis, negligência, violência ou bullying.


A especialista Rose Daise destaca que "ninguém desiste da vida do nada". Casos extremos são, geralmente, o ápice de um processo de sofrimento que foi mentalizado e ensaiado por falta de uma rede de apoio eficaz.



Como ajudar?

A melhor forma de se comunicar com uma criança em sofrimento não é através de longos interrogatórios, mas sim pelo brincar. É no lúdico que ela projeta seus conflitos e medos.


Ao notar falas de desesperança ou mudanças bruscas de comportamento, não espere a "fase passar". Procure ajuda profissional imediatamente.


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