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O Estado contra a Notícia: A Ameaça da FCC.

  • Foto do escritor: Hermes Vissotto
    Hermes Vissotto
  • há 3 dias
  • 1 min de leitura
Brendan Carr (O presidente da FCC - Comissão Federal de Comunicações) | Getty Images
Brendan Carr (O presidente da FCC - Comissão Federal de Comunicações) | Getty Images

O atual presidente da FCC, Brendan Carr, elevou o tom de forma sem precedentes. Utilizando as prerrogativas de renovação de licenças de transmissão, Carr enviou um "aviso de embarque" às redes de TV: ou a cobertura se alinha aos fatos oficiais do governo, ou as concessões públicas de rádio e TV podem ser revogadas.



O Perigo do Precedente

A grande questão que ecoa em Washington e nos tribunais internacionais é: Quem decide o que é "notícia falsa" durante uma guerra?


Historicamente, a Primeira Emenda da Constituição dos EUA protege a imprensa contra a censura prévia. No entanto, ao usar a revogação de licenças como arma, o governo ignora a censura direta e parte para a asfixia administrativa e econômica das empresas de comunicação.


"A ameaça de fechar uma emissora por sua linha editorial é algo que víamos em regimes autoritários, mas que agora bate à porta da maior democracia do mundo."


O que esperar agora?

As associações de radiodifusores já preparam uma enxurrada de processos judiciais. O argumento é claro: o governo está tentando transformar a FCC em um tribunal de censura política. Por outro lado, a base de apoio do governo vê em Carr um herói que finalmente está "limpando" as ondas de rádio do que chamam de propaganda partidária.


Este é um tema em constante evolução e que define o futuro da comunicação global. Continuaremos acompanhando de perto.


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