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Globo aposta em saga épica e representatividade com 'A Nobreza do Amor', a nova novela das 18h.

  • Foto do escritor: Hermes Vissotto
    Hermes Vissotto
  • 14 de mar.
  • 2 min de leitura

A faixa das seis da TV Globo já tem data para se renovar. No dia 16 de março, estreia A Nobreza do Amor, trama que substitui o sucesso Êta Mundo Melhor. Escrita pelo trio de peso Duca Rachid, Júlio Fischer e Elísio Lopes Júnior, a novela promete emocionar o público com uma história que atravessa o oceano, unindo a realeza africana ao interior do Brasil.


Uma Fuga Pela Liberdade

Oruka (Vado), Jendal (Lázaro Ramos), Chinua (Hilton Cobra), rainha Niara (Erika Januza) e rei Cayman II (Welket Bungué) em 'A Nobreza do Amor' Imagem: Estevam Avellar/Globo
Oruka (Vado), Jendal (Lázaro Ramos), Chinua (Hilton Cobra), rainha Niara (Erika Januza) e rei Cayman II (Welket Bungué) em 'A Nobreza do Amor' Imagem: Estevam Avellar/Globo

A trama central gira em torno da Princesa Alika (Duda Santos) e da Rainha Niara (Erika Januza). Após o vilão Jendal (Lázaro Ramos) usurpar o trono do Reino de Batanga e causar a morte do Rei Cayman II, mãe e filha fogem para o Brasil.


Para sobreviverem em solo brasileiro, elas assumem as identidades de Lúcia e Vera. O destino as leva para a cidade fictícia de Barro Preto, onde Alika conhece Tonho (Ronald Sotto), um trabalhador de engenho. O encontro é marcado por um "encanto imediato", dando início a um romance que enfrentará as barreiras de classe e as armações de quem deseja o poder.


A Nobreza do Amor: Mirinho e Virgínia formam a dupla de vilões. Foto: Globo/Estevam Avellar
A Nobreza do Amor: Mirinho e Virgínia formam a dupla de vilões. Foto: Globo/Estevam Avellar

Elenco Estelar

A produção não economizou em nomes de peso. Além dos protagonistas, o folhetim conta com veteranos como Zezé Motta, Marco Ricca, Cássio Gabus Mendes e Danton Mello. A direção artística fica por conta de Gustavo Fernandez, repetindo a parceria de sucesso com os autores de Amor Perfeito.


Análise do Portal: O que esperar?

A Nobreza do Amor parece resgatar o folhetim clássico, o amor proibido e a luta do bem contra o mal, mas com uma roupagem moderna e necessária. Ao colocar o protagonismo negro em um contexto de realeza e resistência, a Globo reforça seu compromisso com a diversidade em um horário conhecido por suas fábulas.



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