top of page

Do Oscar para a Amazônia: Ethan Hawke e Wagner Moura estreitam laços em nova megaprodução no Brasil.

  • Foto do escritor: Hermes Vissotto
    Hermes Vissotto
  • há 2 dias
  • 2 min de leitura
Stefanie Loos/AFP
Stefanie Loos/AFP

Após dividirem os holofotes no Oscar 2026, astro de Hollywood desembarca no Brasil para filmar "The Last of the Tribe", thriller baseado em fatos reais com produção da O2 Filmes.


O cinema brasileiro vive uma de suas fases mais efervescentes. Apenas um dia após a cerimônia do Oscar 2026, onde o talento de Wagner Moura foi celebrado mundialmente pela atuação em Blue Moon, o seu colega de elenco e também indicado ao prêmio de Melhor Ator, Ethan Hawke, confirma seu próximo grande destino: o Brasil.


Hawke será o protagonista de "The Last of the Tribe" (O Último da Tribo), um projeto ambicioso que une o rigor técnico da O2 Filmes (de Fernando Meirelles) à direção visceral de Claudio Borelli (Urubus). O longa não é apenas um thriller policial, mas um mergulho profundo nas feridas abertas da exploração amazônica.


Entre Chicago e o coração da floresta

Na trama, Ethan Hawke interpreta William Phelan, um ex-policial de Chicago que, após abandonar a corporação em circunstâncias nebulosas, passa a atuar como investigador para uma companhia de seguros. Sua missão inicial parece rotineira: investigar o suposto suicídio de um funcionário em uma represa em construção por norte-americanos na Amazônia.


No entanto, o que começa como uma auditoria burocrática transforma-se em um labirinto ético e perigoso. Ao entrar em contato com uma tribo isolada, o personagem se vê forçado a escolher entre os interesses corporativos que o pagam e a preservação de uma cultura em extinção.


Realidade que supera a ficção

O roteiro, assinado por Mark Bailey, é uma adaptação do livro homônimo do jornalista Monte Reel. A obra narra a história real do "Índio do Buraco", o último sobrevivente de uma etnia massacrada por fazendeiros, que viveu isolado por décadas em Rondônia.


"Sou atraído por histórias que confrontam o bruto e o cruel com o divino. A floresta, neste filme, é tanto vilã quanto salvadora", revelou o diretor Claudio Borelli em entrevista recente.



A parceria entre Hawke e a indústria brasileira consolida o país como um polo de produções "A-List", que utilizam o entretenimento para pautar discussões globais urgentes, como a exploração desenfreada de recursos naturais e a proteção dos povos originários.


Gostou dessa cobertura? Fique ligado no Portal Hermes Vissotto para mais atualizações sobre o cronograma de filmagens e bastidores dessa produção histórica.


FAÇA PARTE DA NOSSA COMUNIDADE:


Instagram


Youtube   


Site  


Whatsapp


X/Twitter

Comentários


bottom of page