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Algoritmo em Xeque: X altera regras de recomendação no Brasil e reacende debate sobre soberania e liberdade digital.

  • Foto do escritor: Hermes Vissotto
    Hermes Vissotto
  • 17 de ago.
  • 1 min de leitura

Com o início oficial do período de propaganda eleitoral no Brasil, a rede social X (antigo Twitter) implementou uma mudança estrutural em seu algoritmo de recomendação. A partir deste domingo (16/8), a plataforma deixou de recomendar postagens e perfis de candidatos oficiais na aba "Para Você", a menos que o usuário siga explicitamente a conta.


A medida visa cumprir a Resolução nº 23.610/2019 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que veda a recomendação algorítmica automatizada de candidaturas durante o pleito, permitindo exceção apenas para modalidades de impulsionamento pago declaradas.


Principais Pontos da Matéria:

  • Mecanismo 'Brazil2026ElectionFilter': A rede criou um filtro cujo código-fonte foi tornado público, registrando até o momento ao menos 651 contas oficiais de candidatos.

  • Alcance e Visibilidade: O X ressaltou que as contas permanecem ativas e seu conteúdo acessível a todos que visitarem os perfis ou optarem por segui-los, mas reconheceu o impacto na visibilidade orgânica das campanhas.

  • Repercussão Internacional: A aplicação da norma motivou críticas de representantes do governo norte-americano, que alegaram limitações à liberdade de expressão, enquanto especialistas do setor jurídico no Brasil enfatizam a defesa da soberania e da isonomia no debate político.


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