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A Rota Invisível do Ouro e do Tráfico Humano no Escudo das Guianas (2023-2026).

  • Foto do escritor: Hermes Vissotto
    Hermes Vissotto
  • 19 de mar.
  • 1 min de leitura
Fronteira do Brasil com a Venezuela | Foto: AFP
Fronteira do Brasil com a Venezuela | Foto: AFP

O que parecia uma vitória humanitária, a desocupação da Terra Indígena Yanomami iniciada em 2023, gerou uma mutação perversa no crime organizado. A pressão das forças federais brasileiras não extinguiu o garimpo; ela o empurrou. O capital do ouro ilegal e as redes de exploração sexual migraram para o leste, consolidando uma nova rota transnacional que liga o município de Pacaraima (RR) à capital guianense, Georgetown.


Este dossiê revela como o tráfico de mulheres e a extração mineral fundiram-se em uma logística corporativa gerida por facções brasileiras e sindicatos venezuelanos.





"O crime organizado não é mais um bando de garimpeiros isolados. É uma estrutura de mercado. Eles entenderam que onde há ouro, há demanda por exploração sexual, e usam a vulnerabilidade migratória como insumo barato." — Rodrigo Chagas, Pesquisador do FBSP.





A realidade apresentada neste dossiê mostra que a solução para a crise na Amazônia não termina com a retirada de garimpeiros de terras indígenas. Sem uma fiscalização transnacional coordenada entre Brasil, Guiana e organismos internacionais, a "Nova Rota" continuará a moer vidas humanas no Escudo das Guianas.


O Portal Hermes Vissotto continuará acompanhando os desdobramentos desta crise humanitária e os esforços (ou a ausência deles) das autoridades para conter a metástase do crime organizado na nossa fronteira.



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